No quadro da implementação do Projeto da Diversificação Agrícola, Mercados Integrados e Resiliência Climática (REDE), foram capacitados no domínio de negociação e de resolução de conflitos fundiários os líderes comunitários, comités de Gestão dos espaços de produção e animadores comunitários das regiões de Bafatá e Gabú de forma a promover o diálogo e minimizar conflitos fundiários nas suas comunidades.

A formação de dois dias que decorreu na cidade de Gabú tem como objectivo atribuir aos participantes a capacidade de desenvolver as habilidades na identificação dos interesses subjacentes, de mapear e entender os atores e as causas do conflito, e buscar soluções justas, criativas e duradouras que vão além do litígio judicial, garantindo direitos e minimizando os impactos sociais, especialmente para grupos vulneráveis.

Os participantes nos exercícios práticos conseguiram identificar as causas dos principais conflitos dentro das suas comunidades assim como intercomunitários (conflitos de posse de terra e conflitos entre os criadores do gado e lavradores) cujos conflitos estão ligados as relações de poder seja ele económico e/ou político, como também associados as alterações climáticas. E demostraram a capacidade de resoluções dos conflitos, associando as novas técnicas adquiridas com as normas tradicionais de acordo com a realidade comunitário.

O projecto REDE é financiado pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), Fundo Abu Dhabi, Fundo Koweit e Fundo de Adaptação, implementado pela Tiniguena nas regiões de Bafatá e Gabú em parceria com as ONG,s locais APRODEL e NADEL e, e tem como objetivo apoiar a diversificação da agricultura familiar adaptada às mudanças climáticas, de forma a melhorar o acesso aos mercados e aumentar a diversidade alimentar.

No quadro da implementação do Projeto de Apoio ao Desenvolvimento Económico das Regiões do Sul (PADES), foram capacitadas as mulheres e jovens empreendedoras das regiões de Quinará e Bolama Bijagós na comercialização e Valorização dos produtos de forma a promover o crescimento económico através da valorização e otimização da produção, melhorar as estratégias de vendas garantindo assim a sustentabilidade e rentabilidade do negócio.

A formação decorreu na Ilha de Bubaque, juntou mulheres e jovens empreendedores provenientes dos sectores de Bolama, Empada, Tite, Uno, Caravela e Bubaque e tem como objectivo aumentar o conhecimento dos empreendedores sobre estratégias para a valorização dos seus produtos e uma gestão eficiente e inovadora.

Durante cinco dias os participantes abordaram diferentes temáticas com destaque as seguintes: o Mercado e os produtos locais; técnicas de comercialização; Valorização, transformação e qualidade; marketing rural, acesso a novos mercados e a temática sobre Plano de negócios.

Aprenderam como fazer o mapa dos produtos, a análise de sazonalidade, identificação de clientes, cálculo de custos, simulações de negociação, definição de tabelas de preço, a criação de rótulos, análise comparada de embalagens, a criação de cartazes digitais elaboração de spotes para rádios, plano logístico e a construção de miniplano.

“Beneficiários satisfeitos com a formação, conteúdo programado cumprido e bem transmitido com dinâmica interativa e com exemplos e exercícios práticos que contribuíram positivamente para a assimilação da matéria” realçou o supervisor da atividade Lourenço Cardoso.

Projeto de Apoio ao Desenvolvimento Económico das Regiões do Sul (PADES) é cofinanciado pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) e pelo Fundo da OPEP para o Desenvolvimento Internacional, visa apoiar a valorização da produção e melhorar o acesso ao mercado das regiões de Quinará, Tombali e Bolama-Bijagós.

No quadro da implementação do Projeto de Diversificação da Agricultura Familiar, Mercados Integrados, Nutrição e Mudanças Climáticas, foram capacitados, produtores, animadores e técnicos da APRODEL, NADEL e das direções regionais de agricultura das regiões de Bafatá e Gabú nos domínios da agricultura orgânica, produção hortícola e produção e uso de biopesticidas, promovendo a redução da utilização de agrotóxicos e fertilizantes sintéticos.

O evento decorreu na cidade de Gabú, juntou produtores e animadores das comunidades de Wakilare (Bafatá), Madina Mandinga, Dara e Bufati (Gabú) e técnicos da APRODEL, NADEL e das direções regionais de agricultura com objetivo de promover o método natural para o combate as pragas, a produção de alimentos saudáveis e sustentáveis, contribuir para a segurança alimentar, a melhoria da saúde e a rentabilidade econômica.

O encontro serviu também para a partilha das experiências e técnicas de preparação do solo, adubação orgânica, compostagem, controle natural de pragas e doenças. Aprenderam igualmente sobre o planejamento de produção e comercialização.

Após a formação a equipa técnica visitou os campos agrícolas nas comunidades de Same Maundé (Bafatá) e Madina Mandinga (Gabú) com o objectivo de fazer recolhas de dados de produção.

O projecto REDE é financiado pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), Fundo Abu Dhabi, Fundo Koweit e Fundo de Adaptação, tem como objetivo apoiar a diversificação da agricultura familiar adaptada às mudanças climáticas, de forma a melhorar o acesso aos mercados e aumentar a diversidade alimentar nas regiões de Bafatá, Cacheu, Gabú e Oio.

 

No quadro da implementação do Projeto de Apoio ao Desenvolvimento Económico das Regiões do Sul (PADES), as Organizações Sociais, Cooperativas e Federações dos produtores que atuam nas regiões de Bolama e Quinara foram treinados em técnicas de animação comunitária, engenharia social, planificação, monitoria e avaliação de projectos com vista a promover a mobilização, coesão e participação ativa das comunidades nos processos de desenvolvimento local.

As sessões de formação decorreram na cidade de Buba em duas fases, nas quais participaram Comités de gestão integrada de tabancas beneficiarias do projecto, (Federações, Cooperativas, a NADEL, a APRODEL, ANCOPF-GB), visam aumentar a capacidade dessas organizações de serem agentes de mudança social que promovam a cultura de diálogo, a participação comunitária, a igualdade de oportunidade, habilidades de comunicação e escuta ativa, a mediação social e a integração de diferentes grupos no desenvolvimento das suas comunidades.

As sessões de formação decorreram em duas fases na primeira fase os participantes foram treinados em técnicas de animação comunitária, engenharia social, e na segunda foram treinados em técnicas de planificação, Monitoria e Avaliação do Projeto. Todas as sessões foram divididas em duas partes, teóricas e praticas, onde os participantes aprenderam como reportar resultados para diferentes públicos e como acompanhar as atividades e processos para verificar e identificar as estruturas de tomada de decisão, a criação do plano de monitoria e avaliação (MA) sobre os princípios e valores da animação comunitária, o papel da engenharia social na resolução de problemas e na coesão comunitária e garantir o sucesso e a eficácia dos projetos.

Projecto de Apoio ao Desenvolvimento Económico das Regiões do Sul (PADES), é cofinanciado pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) e pelo Fundo da OPEP para o Desenvolvimento Internacional, visa contribuir para a redução da pobreza e riscos climáticos através da criação de condições para a produção e a produtividade do arroz e atividades complementares, para o desenvolvimento sustentável da economia rural e o reforço das capacidades socioeconômicas das comunidades rurais das regiões de Tombali, Quinará e Bolama-Bijagós.

 

Decorreu em Tite a formação sobre as técnicas de tratamento e conservação das sementes destinadas as organizações locais das regiões de Quinará e Bolama/Bijagós de forma a fomentar a produção de diversas variedades culturais e incentivar à conservação de sementes crioulas e adotação a novas estratégias que contribuam para a segurança e soberania alimentar.

O encontro juntou 13 participantes provenientes das organizações locais, cooperativa dos agricultores de Quinara, Federação de agricultores de Bolama, Tite e Empada, representantes de estruturas de gestão comunitária das ilhas, Equipa da Tiniguena nas Ilhas com o objectivo de capacitar essas organizações para a melhoria da capacidade produtiva e da soberania alimentar.

Nesse encontro os participantes abordaram o fator clima (fatores abióticos e ambientais), as práticas culturais, seleção varietal, época da sementeira, espaçamento e irrigação, a relação entre fertilização e produção de frutos, controlo fitossanitário, época ou período para a aplicação dos fitofármacos, eficiência do produto no controlo da praga ou doenças, transplante e luminosidade, parâmetros para fazer uma colheita, fatores utilizados para determinar pontos de colheita e tipos de colheita.

Ainda abordaram as etapas da colheita (colheita e pós colheita do milho, das hortaliças e das raízes e tubérculos, manuseamento de produtos agrícolas e frutas pós colheita, fatores internos biológicos da conservação, secagem banagem, ensacamento, preparação dos extratos naturais para conservar sementes, embalagem, armazenamento e momento óptimo da colheita.

Os participantes tiveram aulas praticas no campo hortícola assim como no Armazém, onde partilharam experiências sobre a preparação de hortícolas para a comercialização, material adequado para cada produto colhido e os modos adequados à conservação pós-colheita.

No ato de encerramento o Coordenador do Projecto, engenheiro Nelson Tavares disse que esta capacitação vai permitir que as organizações adotem métodos eficazes para o aumento da produção e da produtividade das organizações e instruiu os beneficiários a replicarem os aprendizados juntos das sua zonas de intervenção permitindo maior impacto no desenvolvimento agrícola e económico das suas comunidades.

Em representação das organizações locais, Alanso Fati disse que durante os dias de formação conseguiram adquirir experiências e conhecimentos que ajudaram na melhoria das práticas agrícolas nas comunidades principalmente ao que toca com a conservação das sementes. Pediu que seja promovido um intercâmbio entre as organizações nas ilhas bijagós permitindo que as organizações sediadas no continente possam conhecer de perto a realidade dos bijagós na conservação das sementes e dos produtos.

Projecto de Apoio ao Desenvolvimento Económico das Regiões do Sul (PADES), é cofinanciado pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) e pelo Fundo da OPEP para o Desenvolvimento Internacional, visa contribuir para a redução da pobreza e riscos climáticos através da criação de condições para a produção e a produtividade do arroz, as atividades complementares, o desenvolvimento sustentável da economia rural e do reforço das capacidades socioeconômicas das comunidades rurais das regiões de Tombali, Quinará e Bolama-Bijagós.

 

No âmbito do Projecto de Apoio ao Desenvolvimento Económico das Regiões do Sul (PADES), os animadores das regiões de Quinará e Bolama foram capacitados sobre as técnicas de Pós-colheitas com o objetivo de aumentar a segurança e eficiência dos produtos, aumentar o rendimento e a qualidade da produção, minimizando as perdas verificadas durante o processo de pré e pós-colheita, contribuindo assim para o aumento da produção principalmente do arroz, cereais secundários e hortaliças.

A formação decorreu em Tite, juntou 14 animadores pertencentes as organizações sociais locais, agrupamentos e federações dos produtores que atuam nos sectores de Bolama, Bubaque, Caravela, Empada e Uno nomeadamente: Associação Nacional para o Desenvolvimento Local Urbano (NADEL), a Associação de Profissionais para o Desenvolvimento Local e Promoção Económica (APRODEL), Associação Nacional para o combate à pobreza e fome na Guiné Bissau (ANCOPF-GB), Cooperativa de Agricultores de Empada, Agrupamento de Mulheres Produtoras de Uno, Agrupamento de produtores de Ambanha, a Associação das Mulheres produtoras de Tite-“Para Ka Ten” e animadores pretencentes a Tiniguena nas ilhas Bijágos.

Durante os cinco dias, os participantes aprenderam sobre as técnicas de identificação do momento ideal da colheita, tipos de materiais a utilizar de forma a garantir a qualidade dos produtos e do solo, métodos de conservação das sementes, método correto de armazenamento, método de prevenir e combater os ataques das pragas.

Para além das partes, teóricas, partilhas de conhecimento e experiência, os participantes tiveram também parte praticas sobre as técnicas de pré e pós-colheita, o que permitiu aos participantes desenvolver as competências para avaliar e intervir em diferentes situações relacionadas à colheita, com autonomia e iniciativa.

Projecto de Apoio ao Desenvolvimento Económico das Regiões do Sul (PADES), é cofinanciado pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) e pelo Fundo da OPEP para o Desenvolvimento Internacional, visa contribuir para a redução da pobreza e riscos climáticos através da criação de condições para a produção e a produtividade do arroz e atividades complementares, o desenvolvimento sustentável da economia rural e do reforço das capacidades socioeconômicas das comunidades rurais das regiões de Tombali, Quinará e Bolama-Bijagós.

 

As Organizações da sociedade civil dos países de língua portuguesa lançaram, na quarta feira 19 de outubro de 2025, a Rede Lusófona para o clima com o objetivo de reforçar a cooperação lusófona em matéria de ação climática nesses países, o que simboliza uma aliança para a ação climática entre essas organizações da sociedade civil, jovens líderes, ativistas e representantes comunitários lusófonos.

O lançamento da rede organizado pela Associação Sistema Terrestre Sustentável (Zero) em parceria com o governo português foi efectuado no quadro da realização das atividades do pavilhão de Portugal na 30.ª Conferência das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas (COP30) a decorrer desde o dia 10 em Belém Brasil.

Este encontro que juntou organizações da sociedade civil, ativistas, jovem líder comunitário dos países da língua portuguesa tem como foco, fortalecer a presença e a influência das vozes de língua portuguesa nos processos globais de decisão sobre o clima.

“Diante dos impactos já sentidos, torna-se essencial unir esforços, partilhar conhecimentos e desenvolver soluções sustentáveis ancoradas em laços culturais e linguísticos comuns”, afirma Zero.

O evento foi acompanhado por debates onde se refletiu em: Como pode um espaço lusófono comum fortalecer a sociedade civil e as comunidades dos países de língua portuguesa na influência da política climática global, promovendo uma governação inclusiva e equitativa?

Nesta discussão a Tiniguena foi representado pelo seu director executivo, Miguel de Barros que participou como um dos oradores na companhia de Francisco Ferreira, ZERO, Portugal, Flávia Bila, Youth Coalition for Climate Action Platform, Moçambique e Jédio Fernandes, OEA Environmental College, Angola.

Para Miguel de Barros, a rede é mais um processo colaborativo para promover o diálogo e a ação conjunta sobre o clima com incidências nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP).

Tiniguena e várias instituições parceiras e organizações da sociedade civil que atuam no domínio ambiental refletiram na sexta-feira, dia 14 de novembro, sobre o papel das áreas protegidas e das suas comunidades no combate à crise climática, com vista a fortalecer a cooperação entre países no reforço da intervenção na proteção das áreas protegidas no mundo e na mitigação da crise climática.

O evento "Áreas Protegidas: Integrando Biodiversidade, Clima e pessoas no enfrentamento da crise climática", promovido pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) no âmbito das atividades do Pavilhão Brasil da Zona Verde da 30.ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas, reuniu académicos, investigadores e instituições ambientais que partilharam experiências e reflexões sobre o papel das áreas protegidas e das comunidades locais na mitigação da crise climática, sob a perspetiva de diferentes saberes, contextos ecológicos e marcos internacionais.

A Tiniguena foi representada pelo seu diretor executivo, Miguel de Barros, que abordou a experiência da organização ao longo dos anos de trabalho com as comunidades locais, particularmente na criação e na gestão das áreas protegidas comunitárias.

Na sua intervenção realçou que a bioma existe por conta da presença dos povos tradicionais e dos sítios sagrados desses povos. Que a cosmovisão dos povos tradicionais é a principal referencia na proteção do património natural e na providencia dos serviços ecossistêmicos o que demostra que sem a cultura não há conservação e a conservação é um processo decorrente das tradições culturais ancestrais. E que o plano de gestão não olha só para a conservação das plantas, das espécies animais, mas reflete como é que as áreas protegidas são um mecanismo de soberania alimentar, económica e cultural.

O presidente do ICMBio, Mauro Pires na sua intervenção realçou a importância de partilha de experiências com os painelistas de diferentes países e experiência na conservação dos ecossistemas. Defendeu o reforço da intervenção nas áreas protegidas, principalmente na valorização das comunidades e convidou as organizações ambientais a trabalhar e cuidar da natureza com as comunidades residentes e convidou o Brasil a seguir o modelo da Guiné-Bissau relativamente a gestão comunitária nas áreas protegidas.

“Não podemos trabalhar com a criação de áreas protegidas que desconsideram o contexto em que a área protegida se insere. Não se pode fazer a conservação sem ter em conta as pessoas. Não tem como fazer a conservação se aquela conservação leva a desculturação daquela comunidade enfraquecendo os laços entre a comunidade e o seu território e natureza.

Estiveram também no painel a diretora de Assuntos Internacionais de Conservação Autoridade de Gestão de Parques e Vida Selvagem do Zimbábue, Patience Gandiwa, o diretor de Gestão Territorial do Serviço Nacional de Áreas Naturais Protegidas pelo Estado do Peru, Devvis Christian Huamán Mendoza.

A apresentação feita no âmbito da participação no Seminário Internacional “Repensar o Género a partir de África: Perspetivas Globais e Locais organizada pelo Centro de Investigação e Formação em Género e Família (CIGEF) da Universidade de Cabo Verde (Uni-CV), com o objetivo de fomentar um espaço de reflexão interdisciplinar e intercultural e construir conhecimento situado, que valorize as especificidades africanas sem desalinhar os diálogos com experiências globais.

O evento de dois dias (12 e 13) promovido pelo CIGEF em parceria com organizações dedicadas à promoção da igualdade de género e da justiça social, e o apoio do Fundo das Nações Unidas para a População (FNUAP), juntou na cidade da Praia académicos, investigadores, organizações da sociedade civil, agentes culturais, ativistas e influenciadores comunitários.

Para refletir sobre o género em África e na diáspora em diversas abordagens das quais: epistemologias de género e identidades, intersecções de género, classe, raça, geração e território, feminismos africanos, masculinidades e feminilidades, violências de género e políticas públicas, LGBTQIA+ – identidades, resistências e afirmações, género, migrações e diáspora, cultura, artes e género, religião e espiritualidade, género e economia do cuidado, tecnologia, médias digitais e ativismo, e sexualidades, conjugalidades e parentalidades.

A Tiniguena foi representada pela coordenadora do projecto Igualdade de Género através da Agroecologia na Africa Ocidental (EGALE) que no primeiro dia do encontro abordou no painel temático de Género, Saúde e Justiça Climática a "Igualdade de Género através da Agroecologia na Africa Ocidental" questões relacionadas com as políticas e práticas que integram a perspetiva de género na resposta às crises climáticas e na promoção da saúde pública, com enfoque na justiça social, na equidade territorial e na resiliência comunitária.

Através do projeto Ação Climática Feminista na Africa Ocidental, a comitiva da Tiniguena participa na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 30), em várias articulações associadas à viabilidade de conciliação do desenvolvimento sustentável e da preservação ambiental; conexões entre a Amazônia e África por justiça climática; o envolvimento das comunidades tradicionais na governança e o mecanismo do financiamento durável das áreas de proteção natural.

Representando a Sociede Civil da Guiné-Bissau, os elementos da comitiva da Tiniguena estarão como painelistas em diferentes debates temáticos com outras organizações e instituições (Governos, Universidades, Institutos privados, ONGs, Organizações de Povos Indígenas, comunidades tradicionais, academia e organizações juvenis) para encontrar soluções concretas para a crise climática e a promoção de um desenvolvimento inclusivo e sustentável.

Através dos pavilhões, Brasil, Canadá e Portugal os intervenientes participarão nos debates voltados para a problemática do género, as áreas protegidas, a governação, a liderança climática indígena, a justiça climática e o engajamento da juventude. Também participam no colóquio de Integração Internacional e no lançamento da Rede Lusófona para o clima, no Fórum “O futuro justo e sustentável pela perspectiva da juventude" e serão co-organizadores do Djumbai dedicado a Educação Popular Antirracista e aos Direitos Humanos, Agroecologia e Cooperação Solidária Amazônia e África.

Nestes eventos a decorrer no Brasil, de 10 a 21 de novembro de 2025, a Tiniguena será representada pelo seu Director executivo, Miguel de Barros, a responsável de género do projecto ACF-AO, Naentrem Sanca e pela representante do Conselho de Gestão da comunidade de Urok, Manuela Brandão, que partilharão suas experiências sobre a equidade, governança partilhada nessa Área Marinha, o empoderamento social e económico das mulheres através de iniciativas de conservação da natureza, agroecologia e processos de patrimonialização do Arquipélago dos Bijagós como sítio de património natural mundial.

 

A Tiniguena é uma organização não governamental guineense fundada em 1991, que visa promover o desenvolvimento participativo e durável, baseado na conservação dos recursos naturais e culturais e no exercício da cidadania.
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